Prêmio Shell de Teatro anuncia finalistas no Rio de Janeiro
Os indicados para o 15º Prêmio Shell de Teatro, realizado
anualmente no Rio de Janeiro e em São Paulo, já foram
escolhidos pelos jurados (confira as listas abaixo). Durante o
ano são feitas duas listas de indicações para cada cidade:
uma por semestre. Esta edição contemplará os espetáculos
em cartaz entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2002.
Os vencedores serão escolhidos nas cerimônias de premiação,
que acontecem uma em cada cidade, ambas previstas para abril.
O prêmio é uma escultura em metal do artista Domenico
Calabroni, que tem a forma de uma concha dourada, inspirada no
logotipo da empresa. Cada premiado receberá ainda R$ 8 mil.
Criado em 1989, o Prêmio Shell de Teatro é oferecido aos
maiores destaques de cada área. A premiação agracia em cada
cidade, nove categorias: autor, diretor, ator, atriz,
cenografia, música, iluminação, figurino e categoria
especial. Concorrem nesta última todos os profissionais não
relacionados nas demais, tais como tradutor, produtor, cenotécnico,
entre outros. Além disso, cada festa de premiação faz uma
homenagem especial a uma pessoa que tenha contribuído para o
desenvolvimento do teatro no país. Nessa
15 edição, serão homenageados Bibi Ferreira, no Rio, e Gianni
Ratto, em São Paulo.
O júri do Rio de Janeiro é formado por Bernado Jablonski,
Lionel Fischer, Maria Fernanda Meirelles, Fabio Valor e Sérgio
Fonta. Já o corpo de jurados de São Paulo é composto por
Aimar Labaki, Beth Nespoli, Kil Abreu, Maria Lúcia Candeias e
Silvana Garcia.
OS INDICADOS
Rio de Janeiro
Autor:
Luiz Paulo Corrêa e Castro por "Noites do Vidigal"
Walcir Carrasco por "Êxtase"
Maurício Arruda de Mendonça e Paulo de Moraes por
"Pessoas Invisíveis"
Álvaro César Guimarães por "Jung: Do Divã ao
Divino"
Direção:
Aderbal Freire Filho por "A Prova"
Daniel Herz por "As Artimanhas de Scapino"
Monique Gardenberg por "Os Sete Afluentes do Rio Ota"
Ivan Sugahara por "Vida, O Filme"
Ator:
Lázaro Ramos por "Mamãe Não Pode Saber"
Charles Fricks por "As Artimanhas de Scapino"
Caco Ciocler por "Os Sete Afluentes do Rio Ota"
Toni Ramos por "Novas Diretrizes em Tempos de Paz"
Atriz:
Andréa Beltrão por "A Prova"
Drica Moraes por "Mamãe Não Pode Saber"
Cleyde Yácones por "Longa Jornada de um Dia Noite
Adentro"
Simone Mazzer por "Pessoas Invisíveis"
Cenário:
Ronald Teixeira por "Entre o Céu e o Inferno"
Fernando Mello da Costa por "Viver"
Hélio Eichbauer por "Os Sete Afluentes do Rio Ota"
Paulo de Moraes e Carla Berri por "Pessoas Invisíveis"
José Dias por "Teresa d'Ávila, a Santa Descalça"
Figurino:
Heloísa Frederico por "As Artimanhas de Scapino"
Marcelo Olinto por "Meu Destino é Pecar"
Coca Serpa por "Arlequim, Servidor de Dois Patrões"
Marcelo Pies por "Os Sete Afluentes do Rio Ota"
Iluminação:
Carina Camurati por "Mamãe Não Pode Saber"
Maneco Quinderé por "O Falcão e o Imperador"
Renato Machado por "Teresa d'Ávila, a Santa Descalça"
Maneco Quinderé por "Os Sete Afluentes do Rio Ota"
Música:
Marcos Ribas por "A Prova"
Gabriel Moura por "Noites do Vidigal"
Paulo de Moraes por "Pessoas Invisíveis"
André Abujanra por "Hamlet é Negro"
Categoria Especial:
Ação da Cidadania pela criação do Espaço de Construção
da Cultura que resultou no excelente espetáculo "Menino
no Meio da Rua"
Nara Keiserman pela direção de movimento de "O Auto do
Novilho Furtado"
Cia Ensaio Aberto pelos 10 anos de contribuição por um
teatro de cunho social
Johayne Ildefonso pelo trabalho de preparação corporal nos
espetáculos "Hamlet é Negro" e "Telecatch"
Homenagem:
Bibi Ferreira