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Ano da França no Brasil:
Ouro Preto - Minas
Gerais
Em 20 de abril, às
20:30hs, a cidade histórica será palco de um grande concerto: a
Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e a Orquestra de Sopros de
Nord Pas-de-Calais tocarão, respectivamente, os hinos nacionais
do Brasil e da França, unindo-se, depois, para tocar o Bolero de
Maurice Ravel.
No mesmo palco, a
atriz e cantora Bibi Ferreira, acompanhada de sua banda,
interpretará um repertório com os clássicos imortalizados pela
cantora francesa Edith Piaf. O espetáculo acontecerá na Praça da
Universidade Federal de Ouro Preto.
No dia 21 de
abril, Bibi Ferreira canta
La Marseillaise, o Hino Nacional da França, e Milton
Nascimento canta o Hino do Estado.
As celebrações do
ano da França no Brasil, em Ouro Preto, serão encerradas, no dia
21,
com a cerimônia
oficial de entrega da Medalha da Inconfidência, na Praça
Tiradentes,
para personalidades
com reconhecidos trabalhos ligados à França.
Bibi Ferreira será
uma das personalidades homenageadas.
Fonte: Agência de
Notícias de Minas Gerais

Bibi Ferreira emociona
o público em Ouro Preto
Videos e fotos
AQUI

Curta
temporada
"Às favas com os
escrúpulos" será apresentada no Teatro Municipal de Niterói, Rio
de Janeiro, de 7 a 10 de maio.
De quinta a sábado,
às 21hs e domingo, às 20 hs.

Palmas aplaude Bibi
"Às favas com os
escrúpulos" foi apresentada no Teatro Fernanda Montenegro, em
Palmas, Tocantins, nos dias 15 de maio,
em sessão especial
para convidados da prefeitura de Palmas e dias
16 e 17, para o grande público.
A sessão
especial do espetáculo aconteceu às 21 horas, no Teatro Fernanda
Montenegro, com a presença de 500 convidados, entre autoridades,
artistas e imprensa local.
O espetáculo figura
entre as atrações comemorativas dos 20 anos da mais jovem
capital do Brasil.

"Às favas com os escrúpulos"
em Vitória
Nos dias 29, 30 e
31 de maio a peça será apresentada em Vitória, Espírito Santo.


Bibi Ferreira em
Florianópolis - SC
Bibi Ferreira está
em Florianópolis (minha terra) hospedada num local paradisíaco -
um resort na belíssima praia do Santinho.
Segundo ela, está cercada por uma mar azul fantástico e o
cenário é deslumbrante.
Bibi adianta que terá uma placa em sua homenagem no Teatro Pedro
Ivo, onde se apresenta a partir de hoje, 5 de junho, e receberá
a comenda Anita Garibaldi, do Governador do Estado.
Santa Catarina ama Bibi Ferreira e o espetáculo será
maravilhoso!
A vida e a obra de uma diva
- Juliana Wosgraus
Leia a entrevista
AQUI
Medalha Anita Garibaldi para
Bibi Ferreira
Leia e veja as fotos
AQUI

Bibi
Ferreira reencontra "o público mais entusiasmado
do Brasil"
Dias 18, 19 e
20 de junho, no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre
- RS.
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Zero Hora — Você
(tratar o mito Bibi com essa intimidade
não é fácil...) poderia falar um pouco sobre
Às Favas com os Escrúpulos?
Roger
Lerina | roger.lerina@zerohora.com.br
Ela já desconcerta de cara
respondendo à saudação ao telefone:
“Não precisa me chamar de senhora,
chama de você”. Grande dama do
teatro, então, nem pensar, Bibi
Ferreira? Aos 87 anos — completados
na quarta-feira passada — a atriz,
cantora e diretora continua sendo a
mulher cheia de vitalidade e
despachada de sempre.
Às Favas
com os Escrúpulos, em cartaz de
amanhã a sábado no Teatro do Bourbon
Country, marca o reencontro de Bibi
com o que considera "o público mais
entusiasmado do Brasil".
idade não é fácil...)
poderia falar um pouco sobre
Às Favas com os
Escrúpulos?
Bibi Ferreira — Meu filho, eu não gosto
desses tijolinhos de jornal que contam a
história dos filmes e das peças, mas eu posso
dizer pra você. A peça é o que vivemos hoje em
dia no Brasil, é o que você quer ouvir e falar.
Ela é tão cheia de gargalhadas que às vezes a
plateia até se comunica com a gente. Eles dizem
coisas no meio: "É isso mesmo!". Porque nós
estamos falando coisas que o povo não pode falar
porque não tem tribuna pra falar. E o teatro é
uma tribuna. A peça é sempre interrompida com
palmas nesta frase: "Quando os que mandam perdem
a vergonha, os que obedecem perdem o respeito".
ZH — Por que você ficou tanto tempo sem
atuar em uma peça ao lado de outros atores?
Bibi — Eu fiz Piaf, que ficou dois
meses em cartaz aí no Theatro São Pedro com
grande sucesso, e antes eu tinha feito
Gota
d’Água, a maior obra dramatúrgica do
Brasil. Depois dessas duas coisas, você tem que
tomar cuidado com o que vai fazer. Eu li milhões
de peças, milhões de autores — não vou dizer o
nome pra não tirar o emprego dos outros... Mas a
mim, não me satisfazia. Até que o Juca me mandou
a peça, escrita pra mim. Eu li e disse: "É essa
aí!". A peça tinha tudo: era atual,
engraçadíssima e meu papel era fantástico! A
peça tem 76 páginas, só eu tenho 70!
ZH — Você está com mais algum projeto?
Bibi — De vez em quando eu também faço
o Bibi Canta e Conta Piaf. Em julho, eu
vou fazer durante o mês inteiro esse show no
Teatro Maison de France, aqui no Rio. Mas isso
não interessa pra Porto Alegre! O que interessa
é saber que eu estou indo aí com a melhor
comédia brasileira desde
É..., de
Millôr Fernandes (estreada em 1977).
ZH — A palavra aposentadoria, então, não
consta do seu vocabulário.
Bibi — Por que, eu tô incomodando você?
ZH — Não, absolutamente!
Bibi — Minha aposentadoria é muito
pequena, não daria pra levar a vida que eu levo.
Apesar que nem carro eu tenho... Mas a vida tá
muito cara, não daria pra me sustentar sem
trabalho.
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Há 26 anos
cantando Piaf
Foto de Sophie Preveyraud - Direitos
Reservados
Bibi
canta e conta Piaf
Mesmo os que não morrem de amores por Bibi
Ferreira - acreditem, eles existem - sabem
que quando ela canta Piaf não sobra para
ninguém. Brincávamos muito nas coxias dos
inúmeros teatros pelos quais passamos com
Piaf, Bibi 1, Bibi 2, Bibi canta e conta
Piaf, dizendo que ela havia sido a maneira
que Edith Piaf encontrou para continuar a
cantar. No nosso dia a dia de mambembe, Piaf
era quase um "encosto". Bibi que não
acredita em nada, apenas no resultado da
bilheteria, ria das minhas bobagens...
Afirmo que Piaf é seu maior sucesso, ela
nega, costuma dizer que foi "Senhora" de
José de Alencar que ficou oito anos em
cartaz...Piaf está há muito mais tempo.
Verdade que foi peça, virou concerto, foi
pocket show, tem mil e uma versões, mas há
quase três décadas Bibi canta e canta Piaf.
Costumo dizer que isso foi castigo. Para
pagar a língua, porque na verdade, verdade
mesmo ela gostava era da Judy Garland, em
boa cinéfila e anglófona que sempre sonhou
com os musicais hollywoodianos.
A saga Bibi-Piaf - idéia de Pedro Carlos
Rovai, é bom sempre dar a César o que é de
César - começou no Teatro Ginástico em maio
de 1983 com a peça Piaf - A vida de uma
estrela da canção. A necessidade de um
subtítulo explica-se facilmente, Piaf era
conhecida apenas pela elite intelectual
brasileira, vinte anos após sua morte o
grande público desconhecia sua existência.
Foram cinco anos em cena, mais de um milhão
de espectadores - primeiro espetáculo
brasileiro a alcançar essa marca - recorde
de público em 55 cidades, seis meses de
temporada em Portugal, no Cassino do
Estoril, onde os recordes de bilheteria se
sucediam noite após noite.
Na era dos concertos sinfônicos, Bibi 1 e
Bibi 2, as canções de Piaf levavam o público
ao delírio. Em 92, foi convidada pelo
Consulado da França para reinaugurar a Praça
Paris, no Rio de Janeiro, e para a ocasião
criou Bibi canta e conta Piaf que reúne o
principal do repertório de Piaf, e na época
era alinhavado pela narrativa da vida da
grande dama da canção francesa pela voz de
Tadeu Aguiar.
Em fevereiro de 1995 convidada pelo Canecão
para cobrir o buraco deixado na agenda por
Roberto Carlos que trocava o palco de
Botafogo pela Barra da Tijuca, Bibi convida
Gracindo Júnior para duas semanas de
temporada às vésperas do carnaval. Desta vez
com direito a orquestra e produzido por
essazinha que vos escreve.
Em 2003, ao completar 20 anos cantando Piaf,
Bibi fez uma temporada no Teatro da Maison
de France, onde gravou ao vivo para a
Biscoito Fino um DVD.
Nada mais natural que em pleno Ano da França
no Brasil ela volte ao palco do Maison de
France para uma curtíssima temporada de Bibi
canta e conta Piaf. Na minha modestíssima
opinião, Bibi deveria ser oficialmente
nomeada a Musa do Ano da França no Brasil,
poucos nesse país fizeram e fazem tanto pela
difusão da cultura francesa quanto ela. Ou
vocês acham que foi por acaso que a
convidaram para cantar La Marseillaise, o
Hino Nacional da França, em Ouro Preto no
dia 21 de abril data da abertura do Ano da
França no Brasil?
Aliás, dia 14 de julho, quando se comemoram
os 220 anos da Queda da Bastilha, data
nacional da República Francesa, Bibi
Ferreira do alto dos 87 anos estará em cena
no Maison de France cantando Piaf e La
Marseillaise, além do Chant des
partisans...A França não encontrará melhor
oportunidade para condecorá-la com a Légion
d'honneur.
M. Ovtchinnikoff, M. Goisbault, M.
Pouillieute, M. Mitterrand, M. Sarkozy,
ainda está em tempo, é só um de vocês
querer. C'est à vous!
Juro que vou fazer esse artigo chegar a cada
um deles, e quem achar que eu tenho razão
pode enviar uma mensagem para meu email no
pé da página, juntos talvez consigamos
sensibilizá-los.
Os que estão no Rio de Janeiro, ou os que
escolheram o Rio como destino nas férias de
julho, comprem imediatamente seus ingressos.
Acompanho o sucesso de Bibi/Piaf desde maio
de 1983, sou especialista no assunto, e se
os deuses não resolverem me contrariar daqui
a pouco não terá mais um único ingresso à
venda.
Sexta, 26 de junho de 2009
Deolinda Vilhena
De Santos (SP)
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"Bibi canta e conta Piaf"
O eterno sucesso "Bibi
canta e conta Piaf" volta ao Rio de Janeiro,
no Teatro Maison de France:
dias 7, 8, 14, 15, 21, 22, 28 e 29 de julho.


Bibi:
de Chevalier a Commandeur.
Bibi
Ferreira receberá a Comenda da Ordem das Artes e das Letras
da República Francesa.
Deolinda
Vilhena, explica que na verdade Bibi já recebeu essa comenda
em 1985, das mãos do então ministro da Cultura da França
Jack Lang, como consta aqui no site.
Essa
comenda , como quase todas, tem três níveis: Chevalier,
Officier e Commandeur.
Bibi é
Chevalier e vai ser promovida ao mais alto grau que é o de
Commandeur.
Ela
merece!
Veja o
video da entrega da comenda de "Commandeur des Arts"
e o
emocionante agradecimento de Bibi:
AQUI

Prêmio APTR de Teatro
A terceira edição do Prêmio
APTR aconteceu no dia 6 de julho, noTeatro Fashion Mall, Rio de
Janeiro, organizada pela Associação de Produtores de
Teatro do Rio.
Indicada nas categorias
"Melhor Atriz e "Conjunto da Obra", coube a Bibi Ferreira o
prêmio de "Melhor Atriz", por ''Às favas com os
escrúpulos''.

A rede Sesc apresenta a oitava
edição de seu festival de inverno em Petrópolis e Teresópolis. A
extensa programação incluirá quatro musicais, entre eles "Bibi
canta Piaf " - dia
17 de julho no Quitandinha,
em Petrópolis e dia 26 de julho, em Teresópolis, no Teatro
Higino.
Veja o video
AQUI

Em agosto é
a vez da capital
gaúcha , Porto Alegre, receber "Bibi canta e conta PIaf".
Dias 05 e 06 de agosto,
quarta e quinta, às 21h, no Teatro do Bourbon Country.
Veja o video:
AQUI
ve!

Jornal da Brasil –
Índice
– Caderno B
Anna Ramalho
My fair lady
Tinha 13 anos
quando vi Bibi Ferreira no palco pela primeira
vez. Foi num domingo muito especial, horário da
matinê, no Teatro Carlos Gomes, para onde
rumamos – a mana e eu – solenemente acompanhadas
por mamãe, vovó (que não era muito desses
programas, mas amava a Bibi e o Procópio) e, se
não me engano, tia Neném. Só me lembro que
saímos da Rua Dias da Rocha, em Copa, onde
morávamos, para o teatro da Praça Tiradentes, a
bordo de um daqueles velhos táxis pretos que
ficavam em pontos determinados da cidade. Acho
que era um Chevrolet. A sensação que guardo até
hoje é a de que aquele – em tudo e por tudo –
foi um grande dia do início da minha
adolescência. Pela viagem de táxi, sempre uma
excitação naqueles tempos, e pela glória de
assistir a um musical daqueles, uma novidade tão
grande e surpreendente para os meus jovens
olhos, com atores tão maravilhosos (ao lado de
Bibi, Paulo Autran, Sérgio Viotti, Elza Gomes,
entre tantos outros) e contando aquela história
deliciosa que ouvia pela primeira vez e que,
para sempre, me marcaria e encantaria. Anos mais
tarde, foi a vez do fascínio por Audrey Hepburn,
aquela linda, que deu vida à Eliza Doolittle na
versão cinematográfica by George Cukor.
Deslumbrante, belíssima, elegante, mas sem o
charme – e a garra – da Eliza Doolittle da nossa
Bibi.
Quarta-feira
passada, tendo ao lado minhas queridas amigas
Gilda e Deolinda (esta uma autoridade em Bibi,
no particular, e no teatro, de modo geral), fui
rever Bibi canta Piaf, que assistira na estreia,
no Teatro Ginástico, em 1983 – um ano depois da
morte de minha mãe. E faço a ligação porque,
todas as vezes que vejo Bibi em cena, me lembro
da mamãe. Moderna, como já andei contando aqui
neste espaço, e contrariando a moda da época,
mamãe nunca me quis estudando no Sion. Dizia:
"Filha minha não estuda num colégio que negou
matrícula a Bibi Ferreira porque ela é filha de
artista. Uma escola dessas é um desserviço à
inteligência e à cultura, portanto não serve
para educar minhas filhas." E foi assim que
tomei o rumo do Santa Úrsula e fui a mais feliz
das alunas naquele colégio que, na época, tinha
um pacto fechado com a modernidade e com o
ensino de alta qualidade.
Mamãe também era
encantada com a qualidade do francês falado e
cantado por Bibi (e pelo Jô Soares, mas isso já
é outra conversa). Alfabetizada em francês,
mamãe era rigorosíssima com a correta pronúncia
da belíssima língua de Molière. E por isso me
lembrei dela outra vez, quarta-feira, enquanto
assistia Bibi cantando em francês, ou mesclando
com timing único e grandes versões, as canções
de Piaf em português.
O encantamento
permanece em mim até agora, como permanece para
todos os que lotam os teatros onde Bibi se
apresenta. A Maison de France estava lotada, os
dois andares do teatro, na quarta-feira, quando
a diva maior da nossa cena se despediu da
temporada. Em termos, né? Porque esta grande
dama, elegantésima em sua roupa de Piaf com
toques de Bibi (um casaco azul de mousseline
sobre o vestido preto e grandes brincos de
strass), 87 anos, ao terminar o espetáculo,
aproveitou para anunciar que estará nos palcos
do João Caetano, em agosto, em temporada popular
de Às favas com os escrúpulos, a peça de Juca de
Oliveira, que faz o maior sucesso.
Todo mundo lá,
hein!
Bibi é mesmo um
espanto. De vitalidade, de competência e de
generosidade. Na noite de quarta-feira, assim
que terminou o espetáculo, sem mostra de
cansaço, abriu o camarim para receber os amigos,
aos quais agradecia com a modéstia que já não
mais se vê nesses tristes tempos das
celebridades instantâneas. Todas com muito peito
– de silicone, é claro – muita bunda, e muito
pouco talento. E todas (quase, pra não cometer
injustiças) um poço de pretensão, de “se
achismo”, de antipatia. Não preciso desfiar
nomes: basta ligar a televisão para ver muitas
no ar.
No fundo,
provocam pena. O que será delas quando a lei da
gravidade começar a funcionar e peitos e bundas
começarem a despencar? Nem o Retiro dos Artistas
vai querer.
De alma lavada e
coração leve, voltei pra casa cantando as
canções de Piaf, lembrando da mamãe, da vovó e
daquele dia, há tantos e tantos anos, em que
pela primeira vez vi Bibi cantando "Eu dançaria
assim, todas as noites, mais, até o sol
raiar"...
Grande Bibi! Deus
te proteja sempre.
Sábado, 01 de
Agosto de 2009 - 00:00
http://jbonline.terra.com.br/leiajb/noticias/2009/08/01/cultura/anna_ramalho_my_fair_lady.asp
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"Bibi canta Piaf"
de volta ao Rio de Janeiro
A temporada popular de "Bibi
canta e conta Piaf", no
Teatro João Caetano, foi um sucesso!
O espetáculo de encerramento,
dia 27 de setembro, foi emocionante, segundo declarou a própria
Bibi :
"Tive que me controlar para
conter a emoção"


Leia a reportagem e veja
trechos da entrevista
AQUI
Bibi
Ferreira Especial - Filme para a revista Cláudia - by
Cesar Nakae
Assista
AQUI

Bibi recebe o Prêmio
Cláudia 2009
O
Prêmio Claudia, que homenageia as
mulheres brasileiras que trabalham
por um país mais justo, comemorou
sua 14ª edição na Sala São Paulo, no
dia 5 de outubro.
Bibi Ferreira , a homenageada da
noite em reconhecimento a toda sua
trajetória de vida, recebeu o prêmio
hours - concours
das mão da atriz Cláudia Raia.
Revista Contigo:


18
de outubro:
Inicia
a supervisão dos ensaios do musical
THEATRO
MUSICAL BRASILEIRO
22 de outubro:
Inaugura oficialmente o Teatro Bradesco, na
capital paulista, com as"batidas de
Molière".


24 de outubro:
Participa, como homenageada, da
cerimônia que comemora os 90 anos do
Colégio Anglo Americano, onde
aprendeu a ler.
Na foto de Marcelo Borgongino, Bibi
e um grupo de jovens alunas do
Anglo.


4
de novembro:
Recebe, em Brasília, a
maior honraria concedida pelo
Tribunal de Contas da União, em
reconhecimento à sua carreira: o
"Grande Colar do Mérito" .
“Foi
uma comemoração digna e patriótica,
me senti orgulhosa de ser
brasileira”, disse Bibi.

7
de novembro:
Apresenta "Bibi canta e conta Piaf"
em evento fechado, em Brasília.

11 e 12 de novembro:
Acompanhada pela Orquestra
Sinfônica, apresenta "Bibi canta e
conta Piaf", no encerramento do
Ano França/Brasil - Hotel Nacional,
Sala Villa Lobos, em
Brasília.
Correio
Brasiliense:
Em plena forma,
Bibi Ferreira volta à cidade para
cantar os clássicos de Edith Piaf
Leia
AQUI
"Bibi canta e conta Piaf" no
RioSul - Rio de Janeiro

O
espetáculo será apresentado de 27 de
novembro a 19 de dezembro.

Foto de Hudson Pontes
Veja
mais
AQUI


Foto de AG Sued
Bibi Ferreira
faz apresentação com Banda Sinfônica de Natal
Dia 23 de dezembro,
Bibi Ferreira apresentou "Bibi canta Piaf", encerrando a
programação do "Natal em Natal", promovida pela
Capitania das Artes.
O show aconteceu no Anfiteatro da
UFRN e reuniu cerca de 20 mil pessoas. Bibi cantou
acompanhada por 53 músicos da Banda Sinfônica da
cidade de Natal.
Veja o video
AQUI

Visite a
Comunidade Bibi Ferreira no Orkut:
AQUI
Criada pelo
talentoso ator e historiador
Bernardo
Schmidt
a
"Comunidade Bibi
Ferreira"
disponibiliza gravações de grandes espetáculos de
Bibi - uma preciosidade, já que todas estão fora de
catálogo ou esgotadas há muitos anos.
Blog:
http://bernardoschmidt.blogspot.com/
O competente trabalho de
pesquisa e excelente texto de Bernardo Schmidt fazem do
blog um ponto de visita imperdível!
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